EnglishPortuguese

#

Confira a lista de selecionados para o Programa de Residência e Pesquisa Inclusartiz 2022

Este ano, programa contará com representantes do Brasil e da África Meridional

Saiu a lista de artistas e curadores selecionados para o Programa de Residência e Pesquisa Inclusartiz 2022! Entre os nomes estão representantes de Belém, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Campinas e Recife, no Brasil; Maputo, em Moçambique; e Pretória, na África do Sul. 

A chamada aberta para todo o Brasil e países da África Meridional recebeu mais de 530 inscrições. Agradecemos a todos que se inscreveram e participaram do processo! Saiba mais sobre os selecionados abaixo.

ARTISTAS

Filomena Mairosse – Maputo (Moçambique)

Filomena Mairosse (ela/dela, 1992) é artista multidisciplinar, nascida e residente de Maputo, Moçambique. Trabalha primariamente com fotografia, escrita, vídeo e colagem, e explora temas em torno da reimaginação de realidades, pertencimento, consumo, interdependência, e natureza

Moara Tubinambá – Belém / Campinas (Brasil)

Moara Tupinambá é artivista, nasceu em Mairi (Belém do Pará). Sua ancestralidade origina-se da região do baixo Tapajós (Vila de Boim e Cucurunã). É vice-presidente da Associação multiétnica Wyka Kwara. É artista multiplataforma e utiliza desenho, pintura, colagens, instalações, escrita, vídeo-entrevistas, fotografias e literatura. Sua poética percorre cartografias da memória, identidade, ancestralidade e reafirmação tupinambá na Amazônia.

Naiara Jinknss – Belém (Brasil)

Naiara Jinknss de Castro – graduada em Artes Visuais e Tec. da Imagem pela Universidade da Amazônia é documentarista e educadora social. Ativista LGBTQIA+. Fotógrafa há 13 anos, é pesquisadora de artes visuais com foco em negritude Amazônica e narrativas decoloniais – acredita que a fotografia é ferramenta de quebra de estereótipos e retomada identitária. Integra a Coletiva Mamana, onde lançaram o Manifesto Contra Referências “gigantes” da fotografia

Patfudyda – Rio de Janeiro (Brasil)

Artista da dança, coreógrafo, performer, artista visual. Formado pela Escola Livre de Artes da Maré (ELÃ) e Escola de Artes Visuais Parque Lage (EAV). Constrói estratégias e coreografa ações para escapar das representações. Através de práticas indisciplinares suas criações provocam acidentes entre as linguagens na dança, performance e artes visuais. Movida pelos desafios de tensionar o presente, desde 2018 tem apresentado seus trabalhos em galerias de arte, festivais nacionais e internacionais.

CURADORES

Brígida Campbell – Belo Horizonte (Brasil)

Brígida Campbell transita por diversas linguagens artísticas, como a pintura, o desenho, a instalação, o vídeo, intervenções urbanas e artes gráficas. Em seus trabalhos artísticos explora as sutilezas poéticas do cotidiano criando imagens e/ou situações que estimulam o imaginário e a criação. Seu trabalho também envolve aulas, curadorias, palestras, publicações, workshops e exposições. 

Mariana Souza – Recife (Brasil)

Idealizadora e coordenadora dos cursos Pulo – Ciclo de Oficinas sobre Imagens da Diáspora e O cinema lésbico e as práticas de visibilidade. Curadora de Cinema com foco nas fronteiras entre linguagens visuais e diretora de programação da Correnteza – Mostra Internacional de Cinema Atlântico. Sua pesquisa volta-se aos estudos das heranças da diáspora negra e da presença indígena na América e sua influência na cultura visual contemporânea e nas representações desviantes de feminilidade no cinem

Mkutaji wa Nija – Pretória (África do Sul)

A maior parte de seu dia é preenchida com o trabalho como pesquisadora criativa, escritora, praticante de movimento e diretora criativa. Entrouna indústria criativa como praticante espacial em 2016, onde cofundou um coletivo de pesquisa chamado ‘Blak Whole’. Durante este tempo, trabalhou como assistente de pesquisa, performer e diretora criativa. Desde 2020, colabora com vários artistas e organizações internacionais como pesquisadora criativa, escritora, criadora de conteúdo e diretora criativa.

Paulete Lindacelva – Recife / São Paulo (Brasil)

Paulete Lindacelva (1994) é recifense residindo em São Paulo. Curadora independente, DJ, artista visual e apresentadora, tem sua produção permeada por questões de raça, desobediência de gênero e políticas de afirmação e oralidade.