PREM SAHIB

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Prem Sahib nasceu em Londres em 1982. Ele mora e trabalha em Londres. Suas próximas mostras solo incluem Locan O’Neill, Roma, Itália (Inverno de 2016); Prem Sahib em colaboração com Celia Hempton, Southard Reid, Londres, Reino Unido (Primavera de 2017) e Kunstverein em Hamburgo, Hamburgo, Alemanha (Verão de 2017). Suas mostras solo recentes incluem Grand Union, Grand Union, Birmingham, (2016); Side On, ICA, Londres e END UP, Southard Reid, Londres (2015); performance e apresentação de trabalho feito em Stromboli como parte de Forget Amnesia com curadoria de Milovan Farronato e Haroon Mirza, Fiorucci Trust, Itália, Tongues, Jhaveri Contemporary, Mumbai (2014); Night Flies, Southard Reid, Londres, Back Chat, Lorcan O’Neill Gallery, Roma (2013); Home From Home, Arts & Jobs, Londres, He Looked Me Up, Marian Cramer Projects, Amsterdã, e FEEL UP em colaboração com Eddie Peake, Southard Reid, Londres (2012). As mostras em grupo incluem Prediction, com curadoria de Milovan Farronato, Mendes Wood DM, São Paulo, Brasil, Secret Surface, KW Institute for Contemporary Art, Berlin, Germany and Thinking Tantra, Jhaveri Contemporary, Mumbai, Índia (2016); The Ultimate Vessel, Koppe Astner, Glasgow, Reino Unido, Sensorium, Sunaparanta, Goa Centre for the Arts, Índia, imagem-2 25/50 em colaboração com Celia Hempton e Cecilia Bengolea, ICA Studio, Londres, Reino Unido, Britain Can Make It, Hayward Gallery, Londres, Reino Unido, I am here but you’ve gone, com curadoria de Milovan Farronato and Stella Bottai, Fiorucci Art Trust, Londres, Reino Unido (2015); Burning Down The House, Gwangju Biennale, Coreia, LISTENING, Hayward Touring Contemporary Open, Centro BÁLTICO de Arte Contemporânea, Newcastle, Reino Unido, Do Not Disturb, At the Invitation of Elmgreen & Dragset, Gerhardsen Gerner, Oslo, Noruega (2014); Abstract Cabinet, Fundação David Roberts, Londres, Days In Lieu, David Zwirner, Londres, (2013). As performances incluem Bijou, Grand Union, Birmingham (2016); Woman to Woman, Gallery Vela, Londres (2012); Bijou, Projetos IBID, Londres, Darkroom com Eddie Peake, Vogue Fabrics, Take Courage, Londres (2011).

Durante a residência no Rio de Janeiro, Prem Sahib produzirá uma série de esculturas still life, posters feitos à mão e rubbings que tomarão forma a partir de uma série de eventos sociais e reuniões que acontecerão pela cidade. A resultado final será apresentado em formato de uma instalação, referindo-se às atividades comumente associados com a noite, mas que ocorrem durante o dia.

Cruising the House (Navegando pela casa)

Em um complexo graciosamente em cima de uma colina íngreme deibaixo do Cristo Redentor (uma presença ameaçadora que aparece e desaparece de acordo com o Evangelho da temporada de inverno nebuloso) novos caminhos serão abertos e novas funcionalidades vão ser improvisadas pela duração de um dia, 11 de setembro. O artista Prem Sahib irá “cruzar a linha” de um espaço residencial, na companhia do curador Milovan Farronato.

A casa de hóspedes aonde eles estão vivendo e trabalhando por um mês vai acolher um conjunto de corpos atléticos, fragmentada para capturar a proeminência de suas curvas. Esta série de estudos pintados à mão são uma reminiscência das competições diárias que ocorrem em torno da cidade e será marcado por um cartaz Olímpico alternativo desenhado pelo artista.

Será que a sauna ainda vai funcionar como tal, ou de acordo com a estética específica de Sahib, se transformar em um de seus leitmotifs? Será que a sala de ginástica estará acessível, ou nova instrução visual será fornecida? A única certeza é de que se sonhará com uma boate nas profundezas da vegetação proeminente do bairro Jardim Botânico. Estas são todas as áreas do Instituto Inclusartiz de frente para o sol, aonde os espectadores serão capazes de ver o esboço do projeto feita à mão de uma exposição. O resto das intervenções serão desvendadas ao longo dos estreitos caminhos labirínticos que existem na sombra do jardim ou o baixo-ventre da casa.

Navegar implica em movimento em busca de prazer possível, sem um objetivo específico. Para navegar sobre em viagem de lazer com diferentes paradas, ou desfrutar de novos locais a uma velocidade constante que permite a máxima eficiência. “Cruising the House” irá infligir uma narrativa ficcional para coexistir com a dimensão doméstica.